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Crônicas do Matcha

  • daikichitravel
  • 14 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Eu sou o matcha.

Ou me amam ou me odeiam, mas modéstia à parte, sei que sou adorado por todo o mundo.

Fui criado durante a dinastia Tang, na China, entre os anos 618 a 907 d.C., mas foi no Japão que fui aperfeiçoado e valorizado pelos monges budistas. Pode não parecer, mas sou extraído da Camellia Sinensis, a mesma planta que fornece o chá preto, porém sou produzido a partir das folhas jovens, cultivadas à sombra por 20 a 30 dias antes da colheita e desidratação.

Meus benefícios são inúmeros, tenho alta concentração de antioxidantes, principalmente a catequina, que protege contra danos celulares e reduz o risco de doenças, previno o envelhecimento precoce, ajudo a emagrecer e ainda melhoro o humor, aumento o foco e a concentração! Sou incrível, não é mesmo? E, com toda essa onda de redes socias, meu consumo aumentou demais e fiquei em falta em alguns lugares!

Sou preparado e consumido durante o ritual da Cerimônia do Chá, conhecida como chanoyu, muito tradicional no Japão. Sou muito versátil e utilizado em diversas sobremesas. Duvidam? Olhem só: sou delicioso como sorvete, fico divino em um parfait com frutas, fico ótimo como cheese cake e como mochi, também levo as pessoas ao delírio como smoothie ou milk shake, e no matcha latte sou maravilhoso, além do matcha soda e da limonada com matcha, fico top no bolo, no donut ou no pudim, e também no profiterole, no cookie e no brigadeiro, sem contar na pannacotta, na trufa de chocolate e no ichigodaifuku...

E olha que sou gostoso como um simples chá para aquecer no inverno... dando aquela sensação boa de aconchego!

Enfim, talvez eu seja mais amado do que chocolate! Vocês não concordam?




 
 
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